I used to be a lunatic from the gracious days
I used to feel woebegone and so restless nights
My aching heart would bleed for you to see
Oh, but now
I don't find myself bouncing home
Whistling buttonhole tunes to make me cry
No more I love you's
The language is leaving me
No more I love you's
Changes are shifting
Outside the words
The lover speaks about the monsters
I used to have demons in my room at night
Desire, despair, desire
So many monsters
Oh, but now
I don't find myself bouncing around
Whistling my consence to make me cry
No more I love you's
The language is leaving me
No more I love you's
The language is leaving me in silence
No more I love you's
Changes are shifting
Outside the words
And people are being real crazy
But we will only come
And you know what mommy?
Everybody was being real crazy
The monsters are crazy.
There are monsters outside
No more I love you's
The language is leaving me
No more I love you's
The language is leaving me in silence
No more I love you's
Changes are shifting outside the words
Outside the words
No more I love you's
The language is leaving me
No more I love you's
The language is leaving me
No more I love you's
Changes are shifting outside the words
Do be do be do do do oh
Do be do be do do do oh
Outside the words
Chama
"De uma história persa:
Certa noite, algumas mariposas se reuniram, atormentadas pelo desejo de se juntarem à vela.
Uma delas partiu e chegando a um castelo, viu a luz de uma vela.
Regressou e contou o que tinha visto...Insatisfeitas com o relato, outra partiu e tocou a chama com a ponta das asas; mas o calor a assustou.
Como sua experiência também não empolgou, uma terceira então partiu...
Embriagada de Amor, atirou-se à chama, unindo-se alegremente a ela e seu corpo ficou vermelho como o fogo.
A sábia mariposa que presidia a reunião disse finalmente:
Ela aprendeu o que desejávamos saber, mas só ela compreende e nada mais pode se falar sobre isso..."
Alegria
Como um raio de vida
Alegria
Como um palhaço a gritar
Alegria
De um delituoso grito
De uma triste pena, serena
Como uma fúria de amar
Alegria
Como um assalto de felicidade
Alegria
Eu vi uma faísca da vida brilhando
Alegria
Eu ouço um jovem menestrel cantando
Alegria
O grito bonito
Um rugir de sofrimento e de felicidade
Tão extremo...
Um amor furioso dentro de mim,
Alegria
Um feliz e mágico sentimento.
Alegria
Como um raio de vida
Alegria
Como um palhaço a gritar
Alegria
De um delituoso grito
De uma triste pena, serena
Como uma fúria de amar
Alegria
Como um assalto de felicidade
De um delituoso grito
Duma triste pena, serena
Como uma fúria de amar
Alegria
Como um assalto de felicidade.
Alegria
Como a luz da vida
Alegria
Como um palhaço que grita
Alegria
De um estupendo grito
De uma tristeza louca, serena
Como uma raiva de amar
Alegria
Como um assalto de felicidade
De um estupendo grito
De uma tristeza louca, será
Como uma raiva de amar
Alegria
Como um assalto de felicidade
Tão extremo
Um amor furioso em mim
Alegria
Um feliz e mágico sentimentos
Encantei-me noite adentro.
E passei atordoada o dia.
Ai, que não caibo em mim de contentamento.
Quero viver assim sempre em alegria.
Mergulhada em Luz
Elevada de Ventania...
Olhei teus olhos...
O que encontrei?
Um menino, um amigo
Um sonhador, um homem.
Pensei em como atrair
A inocência do menino,
A confiança do amigo,
O encanto do sonhador
O amor do homem.
Estaria eu novamente
Iludindo-me?
Tudo o que vi
Em teus olhos, seria
Uma brincadeira, um incentivo
Uma ilusão ou algo vazio?
Ah! Teus olhos,
Por demais teus
Quem dera olhassem
Para mim
Como olham-te
Os meus...
Cinco Elementos
Deixa eu gostar de você em silêncio.
Não quero mais segurar o Vento.
Agarrar a Água
Tocar o Fogo
Abraçar a Areia.
Quem sou não importa
Importa quem você é.
Vento que corre mundo,
Água que refresca tudo,
Fogo que ilumina e aquece,
Areia que constrói o alicerce.
Ser humano, homem, menino, Artista
Que discretamente observo e admiro.
Revoluciona meu Universo
Desperta minh'Alma
Reacende meu Corpo
Reconstrói meu Ser.
Portanto, deixa eu te gostar assim
Em doce e livre segredo
Permita-me amá-lo
Em letras, fotografias, desenhos, reflexos...
Multimídias.
Deixa eu Te Amar em doce e livre silêncio.
E para sempre em sua Vida
Ser uma presença Amada e Amiga.
Senhora saudade, não me importa a sentência que tenho que usar. Não importa o cheiro da dor.
Não importa minha verdade, nem a sua.
Senhora Saudade, volte.
Minha indifirença me mata. Quero sentir saudade. Daquilo que gostava, e não sinto falta.
Daquilo que doía, e hoje já não doi. Daquilo que era meu, e hoje já não é.
Saudade, volte. A liberdade que me faz bem, me deixa só.
Saudade, volte. Não quero não sentir.
Que venha as lágrimas, que venha a dor e os risos...
Mas, saudade, me cure da indiferença.
para a réles, e agora chantagista, cigana giane ou Fernanda alfaara (depende do dia)!
Retiranças Fernando Alfaro
O teu olhar foi pra mim,
A criação de um ponto onde havia esperança.
Suas palavras foram pedras imaginárias,
Em meu caminho.
Suas atitudes, lastimas encarceradas.
Tuas mentiras, meus lamentos solitários
Tua dor, Minha dor.
Teu olhar foi complementado
Com meu sorriso ao canto da boca.
Tuas perguntas foram respondidas
Com porções de vinho tinto.
Entorpeço em tua presença,
Não consigo curar.
…Teu olhar calou a tua boca,
Minha boca fechou o meu olhar…
E se antes era um ponto de esperança,
Hoje é a reticência sem fim…
Eu aprendi, a andar, a falar, a contar, ler e até escrever com letras redondas e acentuadas.
Eu entendi sermões, rezei salmões... e até os comi.
Eu cantei no chuveiro, com o cabo a vassoura, e já dei palhinhas em karaokê’s.
Eu aprendi a andar de bicicleta, e a andar sem rodinhas...
Aprendi também a nadar, talvez nem tenha sido tão difícil enquanto imaginei que fosse.
Aprendi a mentir, e a levar vantagens...
Se aprendi tantas coisas em meus vinte anos de história.... Ei de aprender a amar.
Poderia começar minha história pelo começo,
Ou pelo passado.
Então, renovarei.
Ao em vez de usar fatos previstos,
Apelarei para o surreal.
Começarei pelo futuro.
Lá é incerto, lá é oculto.
Melhor do que ter coisas palpáveis... é viver sonhando.
O futuro é assim, sem sentido
Para se sentir o que se diz ser felicidade.
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Só dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
Esquecer o que já foi esquecido é a coisa mais dolorosa do mundo.
Seguir os mesmo caminhos percorridos é como voltar ao futuro em que tudo foi bom. E hoje o eco de minha voz soa como vozes do passado.
A cada passo, uma dor.
A cada poço, uma gota.
A cada sussurro, um eco.
A cada malicia, a ironia.
A cada grito, um silêncio.
A cada amor, uma despedida.
A cada dor, uma cura.
A cada ciclo, um fim.
Lembrar do que já aconteceu pode ser doloroso, porem mostra a ti o quanto você é capaz de de sair de uma luta, sem nenhuma cicatriz.
As guilhotinas que cortaram, enferrujaram.
Senti-te a cada segundo
Dormi por ti
Acordei por ti
Sonhei contigo
Corri por ti
Menti por ti
Chorei por ti
Ri por ti
Cantei por ti
Escrevi por ti
Calei-me por ti
Viajei por ti
Recolhi-me por ti
Você não percebeu
Nem eu,
Talvez tenha feito tudo isso pensando em ti
Mas a única certeza que tive
Que as conseqüências foram por mim.
Profetizando o caos passado, o poeta ama.
Poetizando o futuro, o profeta peca.
Acompanhe teus passos
Teus dias, tua glória.
E não deixe de ser profeta, poeta.
Não deixe de ser poeta, profeta.
Uni versos e faça tua promessa
Utilize meus universos, façam teus.
Esboce o futuro em papel Marche
Sonorize o passado com cores fortes
Como o seio de tua mãe
Borde a vida, como tua avó
De forma fácil, desfaça o nó
Respire letras do bom e novo português;
Faça tua língua própria.
Tuas gírias, tua história.
E se um dia não acreditarem-te,
Conto-lhes a razão de suas profecias
E se um dia chamarem-te de louco,
Digo-lhes que acreditei em tua loucura.
Voa, e conte-me como serás meu amanhã.
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